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Acommunity dedicated to Filipino cinema, filmmakers and cinephiles! Press J to jump to the feed. Press question mark to learn the rest of the keyboard shortcuts User account menu. Found the internet! 2. IP MAN 4: THE FINALE Set to Open in Philippine Cinemas on February 26, 2020. News/Promotion. Close. 2. Posted by 2 years ago. Archived. IP
IpMan 4: The Finale Donnie Yen reprises his role as Ip Man. This time the Wing Chun Grandmaster travels abroad to San Francisco, USA, where a student of his has opened a Wing Chun school, upsetting the local martial arts community. Language: Cantonese Subtitle: English / Chinese Classification: P13 Release Date: 20 Dec 2019 Genre: Action
Asemi-biographical account of Yip Man, the first martial arts master to teach the Chinese martial art of Wing Chun. The film focuses on events surrounding Ip that took place in the city of Foshan between the 1930s to 1940s during the Second Sino-Japanese War. Directed by Wilson Yip, the film stars Donnie Yen in the lead role, and features fight choreography by Sammo Hung.
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YEqVJ. Durante a última década e principalmente, após a excelente recepção de “Malévola” de 2014, com Angelina Jolie, a Disney iniciou uma grande onda de produção de live-actions de seus grandes clássicos. Passando por “Cinderela”, “O Rei Leão”, “Mulan”, “A Bela e a Fera” e com mais uma leva já anunciada, muitos se perguntam qual a real necessidade de recontar essas histórias. Este não é o momento de aprofundar essa discussão, que sem dúvida mereceria um texto inteiro só discutindo os prós e os contras dos live-actions. Mas a recepção sobre a maioria dessas adaptações, de muitos que cresceram assistindo e amando essas histórias, foi a seguinte pelo menos um pouco desnecessárias. E é por isso que quando as excessões vêm, elas são maravilhosas. Temos o injustiçadíssimo Cinderela 2015 que valeu por aprofundar personagens antes muito rasos, Cruella 2021 e Mogli 2016. E o incrível Aladdin 2019, que abraçou, respeitou, atualizou e até melhorou a história, conseguindo criar novas memórias afetivas nos telespectadores, o seu maior trunfo. E por que começar essa crítica dizendo tudo isso? Porque A Pequena Sereia é um filme que finalmente conseguiu fazer tudo o que Aladdin fez em 2019. E se essa discussão ainda estava em pauta para alguém, não restará dúvida após assistir ao filme, que Halle Bailey foi uma excelente escolha para Ariel. A atriz e cantora entrega tudo cantando e atuando e imprimiu grande carisma em uma das personagens mais queridas da Disney. Sua composição tem tudo que a clássica Ariel já trazia e ainda mais profundidade, graças ao maior tempo de tela e à sua atuação. Outra surpresa muito bem vinda foi a grande química com o Príncipe Eric, interpretado por Jonah Hauer-King. Nesse relacionamento essa adaptação pode trazer grande aprofundamento, além de mais camadas para o interesse romântico de Ariel. Eric não era um dos príncipes menos desenvolvidos da Disney, tinha até um pouco de personalidade no filme de 1989 frisando bastante o “um pouco”. Mas aqui ele finalmente é bem desenvolvido, ganha uma história própria, um passado, mais personalidade e interesses. Isso contribui, inclusive, para fazer sentido o interesse que a Ariel desenvolve por ele. O Rei Tritão Javier Bardem e a Úrsula Melissa McCarthy são um grande “copia e cola” do filme original, sem trazer grandes novidades. Melissa está bem interpretando a vilã, mas sem maiores desenvolvimentos ou características. Javier tenta trazer um pouco mais de seriedade e profundidade ao rei, mas não tem muito espaço para tal. Já os três queridos amigos de Ariel, Sebastião, Linguado e Sabidão foram criados em CGI com uma mistura ideal de realismo e fantasia e, aqui, ganham muito mais espaço, protagonizando algumas das cenas mais engraçadas do filme. Quanto as cenas no fundo do mar, em poucos momentos, o CGI incomoda. Mas, no geral, o equilíbrio entre o realismo do live-action e a fantasia da proposta é bem dosado. Muitos seres marinhos enriquecem as cenas com cores e formas. Por sua vez, a pequena aparição de sereias e tritões, além da Ariel e do Rei Tritão, decepciona bastante. Essa nova versão traz quase 40 minutos a mais de duração, o que é acrescentado no desenvolvimento de personagens e, sim, em novas músicas! Compostas por Alan Menken e Lin-Manuel Miranda, temos excelentes adições musicais. Já os números musicais que já existiam, seguem bastante o padrão do filme de 89, com qualidade parecida, envolvendo algumas melhorias e algumas pioras, que irão variar de acordo com o gosto do expectador. Por fim, uma excelente adição foi a parte cultural da ilha da qual o Eric é o príncipe. Aqui ela ganha personalidade própria e encantadora, com uma cultura super rica, que nos gera curiosidade para explorá-la junto com a Ariel. Junto a isso, e como uma extensão dessa personalidade, tem-se a adição da personagem da Rainha, que traz mais identidade ao local e ao povo. A Pequena Sereia foi capaz de respeitar a história de sua obra original, enquanto a aprofunda e cria espaço para que o público crie novas memórias afetivas ao assistirem a produção. É um filme sobre a Ariel, o Eric, seu relacionamento e sobre o desejo humano profundo de ser ouvido e visto. Mais do que isso, é um filme que conseguiu se atualizar sem desrespeitar a história original e trazer novas nuances culturais encantadoras e representativas pra um universo tão querido.
Notícias Vídeos Créditos Críticas dos usuários Críticas da imprensa Críticas do AdoroCinema Usuários 4,4 348 notas e 20 críticas Avaliar verEscrever minha crítica Sinopse Ip Man Donnie Yen cresceu em uma China dividida pelo ódio racial, pelo radicalismo nacionalista e pela guerra. Gênio do wushu, a escola de artes marciais chinesas, ele ganha destaque após participar de diversas lutas contra mestres do wushu e lutadores de kung fu. Já estabelecido como ícone na área, ele passa a treinar jovens aprendizes, entre eles Bruce Lee. Trailer 232 Últimas notícias Elenco Ficha completa Comentários do leitor eles gostaramAs melhores e mais úteis crítica Donnie Yen é o artista marcial da atualidade nos filmes Chineses, e nesse ele atuou de forma brilhante, com carisma!O filme mostra um kung fuWing Chun menos sensacionalista mas não menos digno de admiração, tudo se torna belo nesse filme! Simplesmente o melhor filme de artes marciais que eu já vi!Recomendo Esse filme é muito bom. Vale a pena assistir. Tudo nele incrível, as lutas, a história, os personagens, a trilha sonora, os atores, o diretor. TUDO. Indicado por um membro do AC pouco conhecido por todosWesleyaxe, acho que não aprecio um filme desses desde O Grande Dragão Brancoapesar das diferenças, mas no mesmo caminho de sensibilizar-ME. Não tinha lido a sinopse e nada sobre então apenas no fim soube se tratar da cinebiografia do 1º mestre de Bruce Lee e nessa é um belo exemplo de mostrar que por trás de uma lenda há sempre um grande mestre, mestre esse, chamado Ip Man ... Leia Mais 20 Comentários do leitor Fotos 87 Fotos Curiosidades das filmagens Para assistir na TV Lançado diretamente em home video no Brasil. A aventura continua... Seguido por O Grande Mestre 2 2010. Detalhes técnicos Nacionalidades China, Hong Kong Distribuidor California Filmes Ano de produção 2008 Tipo de filme longa-metragem Curiosidades 2 curiosidades Orçamento - Idiomas Cantonês, Mandarim, Japonês Formato de produção - Cor Colorido Formato de áudio - Formato de projeção - Número Visa - Se você gosta desse filme, talvez você também goste de... Comentários
La finale tant attendu ©Well Go USA Entertainment Par Martial Genest Le dernier opus de la série biographique hongkongais du maitre d’arts martiaux Wing Chun. IP MAN 4 est maintenant disponible en format digital et sera disponible en combo Blu-ray et DVD dès le 21 avril prochain. Pour ce dernier chapitre dans la vie de ce grand maitre des arts martiaux, Donnie Yen reprend ce rôle qu’il a incarné lors des trois précédents volets. C’est sous la direction de Wilson Yip qui lui aussi reprend les reines pour ce dernier opus. Pour ce chapitre de la vie d’IP MAN, on retrouve celui-ci aux États-Unis, dans le Chinatown de San Francisco dans le but de trouver une école aux États-Unis pour son fils qui fut expulser de l’école à Hong Kong pour s’être battu à multiples reprises. Cette visite coïncide avec un problème au sein de la communauté chinoise, car l’ancien élève d’IP MAN, un certain Bruce Lee, offre des cours de Kung Fu à des non chinois, ce qui est mal vue par ces maitres qui aimeraient garder cet enseignement aux membres de la communauté. Si la recette est bonne, pourquoi la changer? N’ayez crainte la recette qui a rendu le film IP MAN populaire ainsi que les films subséquents, est de retour elle aussi. Il y a donc un combat avec un membre de la société, suite à une divergence d’opinion, puis Maître IP et Maître Wan auront un grand respect pour chacun. Suite à la défaire de Maître Wan par le sergent Barton Geddes des Marines, IP MAN se présente pour l’affrontement final de ce film. Un thème qui refait souvent surface dans les films de cette série est le racisme subi par la communauté chinoise, les Britanniques dans le premier film, par les Japonais, lors de l’occupation de la Seconde Guerre Mondiale et par les Américains lorsqu’il est aux États-Unis. Le racisme dans ces films est un excellent conducteur et donne au spectateur le gout de voir la victime sortir gagnante contre l’oppresseur. Pour sa part l’interprétation de Bruce Lee par Danny Kwok-Kwan Chan est au point et la ressemblance est magique, l’illusion est parfaite. La fin du film fait une rétrospective sur les trois autres films et est un très bel hommage sur la vie de l’homme. Si vous n’avez pas vu aucun des films précédents, je vous conseille de faire le visionnement des trois autres avant celui-ci pour avoir une meilleure appréciation de l’ensemble de l’oeuvre. Pour les amateurs de films de combat d’arts martiaux, vous serez tout simplement comblé. Pour les fans de Donnie Yen, n’ayez crainte celui-ci sera de retour dans l’adaption de Mulan. Note